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  13 de Julho às 10h32              0 comentário(s)
No varejo, TI é um parceiro estratégico
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Para ser relevante para o consumidor, o varejo precisa tornar-se multicanal e desenvolver uma cultura de negócios movida a dados

No século passado, uma empresa de varejo, para ser bem-sucedida, deveria ter uma boa seleção de produtos, bons preços e vendedores bem treinados. Invariavelmente ela tinha um endereço no mundo físico e se empenhava em manter uma legião de clientes fiéis. “Ir às compras”, no Século 20, era uma experiência outdoor que exigia do consumidor disposição para sair de casa e enfrentar o trânsito ou, pelo menos, o tráfego de pedestres na calçada do bairro.

No Século 21, o cliente não precisa necessariamente ir à loja, mas quer que a loja esteja onde ele estiver. Na loja física, faz compras com um smartphone na mão, comparando preços. Online, quer velocidade e personalização. O cliente do Século 21 é multicanal e espera uma experiência excepcional em todos os pontos de contato e interações com as marcas.

Para o setor de varejo, o desafio da transformação digital centrada no cliente é conseguir permanecer relevante para o consumidor em um ambiente de ruptura veloz. Para chegar a isso, dois movimentos são inegociáveis: tornar-se multicanal (ou omni-channel) e desenvolver uma cultura corporativa de negócios movidos por dados.

Enquanto que o multicanal é o “novo normal” do varejo, é preciso incorporar soluções de tecnologia que permitam melhorar a eficiência, reduzir custos, conhecer os clientes e inovar na oferta de serviços digitais. Os dois últimos itens são interdependentes: a incapacidade de obter insights a partir dos dados gerados pelos consumidores impacta negativamente a capacidade da empresa de desenvolver novas estratégias de negócios.

Dados lentos matam o negócio

A TI torna-se parceira estratégica do negócio. Para saber o que os clientes esperam da experiência de compra; a melhor seleção de produtos para cada público e para cada canal; a estratégia de preços apropriada e como as pessoas compram – digitalmente ou pessoalmente – o varejo precisa ter ferramentas que coletem um grande volume de dados que serão combinados, analisados e transformados em insights úteis para a tomada de decisões.

Estamos falando de tecnologias como Big Data, Aprendizado de Máquina e análise preditiva; ferramentas que tenham capacidade de trabalhar com múltiplos tipos de dados em seus formatos nativos; e entrega de informações em tempo real. “Esse tipo de desafio exige uma plataforma com um sistema de dados abrangente e uma interface com recursos que atendam a todos na companhia, da TI aos negócios”, afirma Alexandre Tunes, Country Manager, da Intersystems Brasil.

Na hora da definição de uma plataforma de gestão de dados para a transformação digital no varejo, portanto, vale seguir as recomendações dos entrevistados do estudo do IDC, sumarizadas em três pilares de sustentação da plataforma:
– Deve ter uma arquitetura única para suportar todo tipo de dados e cargas de trabalho;
– Deve incorporar gestão, interoperabilidade e análises de bases de dados
– Deve ser confiável e entregar alto rendimento e baixa latência



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